O novo padrão de beleza é ter essência

Recentemente, a cantora e atriz Manu Gavassi participou de um ensaio fotográfico sensual para a revista VIP. No entanto, quando a edição foi publicada, Manu se sentiu desconfortável com as fotos. O motivo? Havia photoshop demais. Isso mesmo, as imagens estavam tão modificadas que a cantora disse não ter se reconhecido nas páginas da revista. Porém, ela teve uma atitude admirável. Com a ajuda de uma amiga fotógrafa, produziu em seu próprio apartamento um novo ensaio sensual, realizado com pouca produção e de uma forma linda e natural, provando que a verdadeira beleza da mulher está nos seus “defeitos”.

A sociedade – ou a mídia – estipulou que bonito é quem tem o corpo desenhado como um violão, músculos à mostra, pele lisinha, sem marcas, sem estrias e nem celulites. Rostos sedosos, sorrisos tão brancos como papel, olhos claros, cílios enormes, cabelos lisos ou devidamente enrolados, sobrancelhas desenhadas, seios de silicone, etc. É assustador pensar que apenas essas pessoas são consideradas belas por grande parte da população. Afinal, elas são minoria no mundo. Você não precisa pesquisar muito na internet para constatar que todas as alusões a pessoas bonitas contêm imagens de mulheres e homens como descrevi acima.

Aí, fico pensando: as pessoas que não são assim, onde elas se enxergam? Quando você se enquadra nesse padrão, ok, muito bom. Mas e quando você está fora dessa caixinha? Será que é fácil se sentir excluído e menos do que a parcela “bonita”? Não, não é. Não é a toa que vemos milhares de meninas e meninos sacrificando seu dinheiro e sua saúde para conquistar a “perfeição”. Cada dia mais eu vejo meninas (principalmente) com problemas psicológicos, pois não aceitam seu corpo, seu nariz, seu seio pequeno, etc. Jovens frustradas por não conseguirem se enquadrar nos padrões impostos todos os dias na televisão e na internet.

Isso resulta em tentativas loucas como injetar silicone industrial nos seios, depressão, ansiedade, suicídio, dentre muitas outras consequências. Vivemos a era das blogueiras e blogueiros fitness, que vivem e ganham para serem “perfeitos”. Porém, essa exposição exagerada de uma vida criada para ser exibida na internet passou de incentivadora para frustrante, pois esta não é a realidade de 90% da população. Tenho absoluta certeza que muitos dos que estão lendo este texto já viram fotos de famosos lindos e sarados voltando da corrida às 6h30 da manhã, enquanto você, leitor, mal conseguia olhar a tela do celular com os dois olhos abertos.

A verdade é que perfeição e padrão de beleza não existem. Primeiro por que nada e nem ninguém é perfeito e se você insistir em buscar o impossível encontrará sempre a frustração no seu caminho. Quanto mais se tenta modificar o corpo, mais se quer muda-lo, isso é um ciclo sem fim. Segundo que bonito é se assumir. Ser bela (o) é sentir-se feliz com o que você é e ter a certeza que muitas pessoas gostam de você exatamente por esse motivo. E se algumas não gostarem? Bom, então, você não precisa delas.

Lembre-se disso sempre: Não tente se enquadrar onde não te aceitam. Se aceite e se enquadrará em todos os lugares que quiser!

A sociedade impõe um padrão que incentiva o consumo e apelo sexual, então não se deixe influenciar. Não deixe que isso afete sua autoestima. Parece clichê, mas a verdadeira beleza vem de dentro. Caso contrário, a sintonia, a amizade, o amor, o bom papo, o conhecimento e o companheirismo seriam desnecessários. Se o mais importante fosse a aparência escolheríamos amigos e amores usando a razão e não a emoção. O que mexe realmente com o ser humano não é aquilo que ele vê e sim aquilo que ele sente. Portanto, ao invés de investir tanto no seu exterior, invista no seu interior. Procure ser uma pessoa alto astral, de bom coração, que procura fazer o bem ao próximo e a si.

Aceite seu cabelo enrolado, sua barriga mais cheinha e tudo aquilo que antes você achava fora dos padrões. Eu gosto muito desta frase: “Nada brilha mais do que a vibe da sua alma”. A beleza conquista nos primeiros 5 minutos, mas você precisa ter muito mais a oferecer para cativar alguém de verdade. Estamos vivendo a era das relações superficiais, pois é só isso o que o ser humano tem buscado: ego, vaidade e um pouco mais de ego. As pessoas estão esquecendo-se de buscar o mais importante: a essência. Quando estiver se sentindo frustrado e desmotivado fisicamente, passe uma tarde conversando com um idoso e entenderá as reais prioridades em sua vida.

Sinta-se livre para ser o que quiser. Não é errado se cuidar, querer ter um corpo sarado, seios com silicone e tudo mais. Contanto que isso não te consuma e não seja a única forma de você ser feliz. Faça uma análise interna: você busca melhorar sua aparência para agradar a quem? Você ou os outros? E se a principio a resposta for você, pense mais um pouco. Às vezes achamos que estamos fazendo algo por nós, mas na verdade queremos isso apenas para nos sentirmos bem frente a outras pessoas. Portanto, não se sabote! Seja uma pessoal real, natural e linda. Olhe-se no espelho e em fotos e se enxergue. Cuide da sua saúde física e mental. Seu corpo é seu templo, não permita que o violem.

E aqui neste último parágrafo eu deixo um recado para todas as mulheres reais: “Você mulher que trabalha, estuda, cuida da casa, da família e dos filhos, o seu corpo é lindo. Não deu tempo de fazer as unhas? Não tem problema, o que importa é que suas mãos sempre estarão prontas para acolher quem você ama. Seu cabelo acordou ‘feio’ e você devido a correria do dia a dia não conseguiu doma-lo? Sem crise, cabelos bagunçados são um charme e o que importa mesmo no seu rosto é o seu sorriso contagiante. Quer usar uma blusinha, mas acha que tem uma gordurinha escapando no cantinho? Use-a mesmo assim, pois com o esse seu olhar encantador chamando tanto a atenção, ninguém vai reparar em besteira. Orgulhe-se por ser de verdade!”. Sorrindo

 

Estamos vivendo a era das relações superficiais

Bastou o aplicativo de envio de mensagens e áudios, WhatsApp sair do ar por apenas 24 horas para muitas pessoas ficarem sem saber como se comunicar – e viver. Essa necessidade quase que desesperada de estar sempre conectado merece atenção. Como previu Albert Einstein: “Eu temo o dia em que a tecnologia ultrapasse nossa interação humana, e o mundo terá uma geração de idiotas”. Acredito que essa geração já está entre nós – ou somos nós. É assustador pensar que um app se tornou a maior – ou única – ferramenta de comunicação entre pessoas.

Agora vamos analisar: De todas as pessoas que você conversa durante o seu dia, com quantas o seu contato é físico? Para quantas delas você liga ao invés de enviar uma mensagem de texto? A minha resposta é: Nem metade. Isso pode parecer besteira, afinal o importante é estar presente na vida dessas pessoas, seja via WhatsApp, Facebook ou pessoalmente. Concordo! Entretanto essa não deveria ser a interação predominante. Atualmente, as pessoas conversam muito mais digitando do que falando. O que mais vejo são pessoas sozinhas com o celular na mão, vivendo em um mundo digital particular.

O problema é que mensagens não transmitem sensações, sentimentos e energias. O olho no olho, o contato físico e o tom de voz continuam sendo insubstituíveis. Ainda não inventaram um aplicativo que consiga transmitir tão bem a essência de uma pessoa quanto a sua conexão física. E isso tem tornado as relações humanas cada vez mais superficiais. Nós achamos que conhecemos nossos mais de mil amigos do Facebook através das postagens diárias que os mesmos fazem.  Porém, atrás de uma tela de computador ou celular, cada um é o que quer. Para conhecer verdadeiramente uma pessoa é preciso ir além.

No entanto, o que está em falta são pessoas dispostas a realmente irem além. Está tudo tão fácil, a internet disponibiliza uma cartela de opções e muitos optam pelo que está na “vitrine”. Visualize a cena: Eu abro meu Facebook e começo a pesquisar os perfis (masculinos ou femininos). Analiso as fotos (aparência em primeiro lugar, claro), depois passo para as postagens, os lugares que a pessoa frequenta, vejo os amigos em comum e pronto! Achei o novo alvo. Chamo no inbox, puxo um papo (bem mais ou menos), peço o WhatsApp e se não rolar, logo pulo para outra. E assim sucessivamente. Parece familiar?

Agora te pergunto: Qual a profundidade desse tipo de relação? A meu ver, zero. Onde foi parar a curiosidade e a dedicação em conhecer verdadeiramente uma pessoa? Uma vez li esta frase: “Sobram pessoas interessadas e faltam pessoas interessantes”. No entanto, eu acredito que faltam os dois tipos. Ninguém se interessa mais pela história do outro, pelas paixões, princípios e dores. Desta forma se tornam também desinteressantes.  Acredito que isso também se deve ao fato dos relacionamentos estarem sendo trocados em uma velocidade surreal. As pessoas se tornaram substituíveis, assim como produtos.

Felizes mesmo eram nossos avós, que sentavam lado a lado e a única coisa que faziam era conversar. Conheciam-se verdadeiramente. Olhavam no olho um do outro, pegavam na mão e mesmo sem nenhum contato mais íntimo, tinham muito mais intimidade do que grande parte das relações atuais. O mundo anda tão acelerado que as pessoas não têm mais tempo de observar quem vive ao redor delas. Estão sempre correndo e não percebem os mínimos sinais. Quão bem você conhece as pessoas que convivem com você? Seja no trabalho, na escola, no seu circulo de amizades ou na sua família.

Você tem interesse em saber sobre a vida delas? Sobre suas crenças, valores, vitórias e superações? Tenho certeza que se todos tivessem a preocupação de conhecer profundamente o ser humano, muitos problemas seriam solucionados. Seria muito mais fácil compreender as atitudes alheias, afinal, você não pode julgar algo o analisando apenas superficialmente. Um iceberg pode ser muito maior quando olhado de dentro do oceano. Portanto, não limite suas relações. Não deixe que a tecnologia engula seus sentimentos e prive suas interações pessoais. Parece até ironia, mas a internet, utilizada para conhecermos pessoas, tem nos impedido de conhecê-las. Pense nisso!

Família é quem você escolhe amar

Certo dia, sentada ao redor de uma mesa e tomando uma cerveja gelada, o assunto família surgiu através de uma conversa com mais cinco amigas. Depois deste dia fiquei pensativa sobre o assunto. Eu tenho meus familiares de sangue como minha estrutura para todos os momentos. No entanto, será assim com todas as pessoas? E se não for, existe algum problema em adotar uma para si? Na minha visão das coisas, o amor e a ligação de amizade deveriam ser a base na definição de uma família e não os seus genes.

Quando nascemos não temos a oportunidade de escolher quem serão nossos familiares. Chegamos ao mundo com relacionamentos predestinados e laços de parentescos definidos. Na maioria dos casos essas relações dão certo e a família se constrói com união, carinho e proteção. Perfeito! Todos os membros se amam e se dão bem. Porém estamos lidando com pessoas e personalidades muitas vezes distintas. O sangue infelizmente – ou felizmente – não garante que sempre haverá essa conexão.

O termo “família” vai muito além da ligação sanguínea e eu acredito que isso é o que o deixa ainda mais bonito. Família é quem você escolhe para amar e cuidar. Não deveria ser estranho o fato de uma pessoa ter como porto seguro pessoas que não têm nenhum grau de parentesco com ela, enquanto não mantém contato algum com seus familiares. Ressalto que, os laços acontecem entre pessoas, seres humanos e não entre sobrenomes. Muitas vezes, o santo não bate, as opiniões divergem e, fica impossível uma relação saudável com aqueles que “deveriam” ser nosso chão.

Um casal (hetero ou homossexual) que adota uma criança órfã, pois não podem ter filhos, amigos que vivem sob o mesmo teto e amigos em geral são considerados família. Toda junção de pessoas conectadas pelo DNA ou pela mesma sintonia pode ser chamada de formação familiar. Da mesma forma que escolhemos com quem nos relacionar afetivamente nos quesitos amizade e amor, podemos e devemos escolher nossas relações familiares. Não existe problema algum em adotar um pai, uma mãe, um irmão e até avós e tios.

Amar sua família de sangue também é uma escolha. Afinal, o simples fato de termos os mesmos genes não garante que o amor virá. Uma família se constrói dia a dia, através de muita dedicação. Pessoas precisam ser conquistadas e, mesmo que não percebamos isso no decorrer de nossas vidas, trabalhamos para que isso aconteça. A verdade é que são os sentimentos e o esforço para dar certo que ligam as pessoas. Apesar de existir um significado no dicionário para o termo “família”, não existe uma regra que defina o que é ou não uma.

Sobre os finais: o que importa é o que ficou

É difícil entender e aceitar o fato de algumas pessoas passarem pelas nossas vidas apenas por um breve período. Elas chegam, bagunçam nosso mundo e depois se vão. Parece um pouco injusto, não é mesmo? E pode até ser, por um lado, mas é preciso enxergar além do fim. O que importa mesmo é o que ficou dessa curta – ou nem tanto – passagem.

Ao longo de nossas vidas conhecemos milhares de pessoas, dentre amigos, conhecidos, paqueras e namorados. No entanto, dessas, pouquíssimas nos acompanharão por anos a fio. Mas afinal, por qual motivo nos envolvemos tão profundamente com pessoas por um tempo que parece já ser pré determinado?
No decorrer dos meus quase vinte e seis anos tenho observado a importância de cada pessoa que pela minha vida passou. Deus, a vida, o destino ou como você preferir definir, usa pessoas em determinados momentos por motivos certos. Seja para ensinar, para dar estrutura, para te fazer evoluir ou até para te proteger.
É necessário e até vital entender que algumas pessoas chegam, cumprem suas missões em nossas vidas e depois partem. Às vezes, a despedida machuca, mas é preciso aceitar. Não adianta brigar com o destino. Elas não foram feitas para permanecerem e sim, para nos auxiliarem de alguma maneira e depois irem embora.
As pessoas más nos trazem uma lição. As boas, um exemplo. E as de alma, ah, essas mesmo que passageiras, se tornam eternas. Elas nos dão estrutura nos momentos e fases difíceis, nos incentivam a sermos melhores e conseguem transformar nosso pequeno mundo em algo melhor.
Entenda que o que você é hoje tem um pouco – ou muito – de todas as pessoas que já passaram pela sua vida. Portanto, nada foi em vão. Os anos de uma amizade que terminou ou de um relacionamento que não deu certo não foram perdidos. Em todas as conexões interpessoais nós ganhamos.
Quando passamos a compreender que nada precisa durar para sempre para ter significado, passamos a aceitar as despedidas com mais sabedoria. E menos sofrimento! A vida é uma grande metamorfose e algumas pessoas serão lembradas através das nossas muitas fases.
Nunca se revolte por ter acabado. Sinta-se feliz por ter acontecido. Permita-se lembrar das coisas boas que aquela pessoa te trouxe. Pode ser que agora não esteja mais dando certo, mas por muito tempo deu. Por um determinado período aquela amizade ou relacionamento te fez bem e, no final, é isso o que importa.

Estar só nunca foi sinônimo de solidão

Meus avós paternos foram casados por mais de seis décadas e a vida da minha avó foi dedicada ao marido, filhos e netos durante todo esse tempo. No entanto, há quase quatro anos meu avô faleceu e minha avó sempre salienta a solidão que sente pela falta dele. Ela diz que “estar só é muito triste”. (Ressaltando que ela possui quatro filhos e oito netos).

Porém, compartilho aqui com vocês o que eu sempre digo a ela: quando você está bem consigo mesmo, ‘estar só’ não é um problema. A sua própria companhia se torna um prazer. Ter o privilégio de ter um momento só seu, de autoconhecimento e cuidado é incrível quando o seu interior está em paz.
Mas, afinal, qual é a diferença em estar só e ser solitário? No primeiro caso você apenas vivencia  momentos nos quais está sozinho, como ir ao cinema, ao teatro, almoçar, viajar, etc. Entretanto, possui amigos, família e pessoas ao seu redor que te amam e se preocupam com você. Os quais você compartilha horas de alegria, também.
No segundo caso, a pessoa não opta por estar sozinha em determinados momentos. Pessoas solitárias, que vivem sós, não possuem convívio próximo com outras. A solidão é triste e não traz prazer. A grande diferença é essa. Uma pessoa solitária é capaz de se sentir só em meio a uma multidão. O sentimento vem de dentro e transborda por fora.
Certa vez fui ao cinema sozinha e causei grande espanto em algumas pessoas: “Nossa, que triste! Você foi sozinha?”. Sim, fui sozinha. Mas fui por que eu quis. Por opção. Por amar a minha própria companhia. Muitas vezes desejamos estarmos sós. Para respirarmos e nos concentrarmos em nossos próprios pensamentos.
E isso faz um bem danado. Dedicar um tempo do seu dia a você e ao seu interior faz sanar diversas dúvidas. Quando a sua própria companhia te basta, qualquer lugar te faz bem. E a presença de outras pessoas se torna uma somatória. Estar só traz tranquilidade, liberdade e evolução pessoal.
Não permita que seu bem estar dependa da presença de outras pessoas. Faça com que isso seja uma soma em sua vida e não apenas uma subtração da sua parte. Passe momentos sozinho, curtindo a sua própria energia, e quando estiver rodeado de outras pessoas, aproveite a troca de vibrações.
Precisamos deixar de lado esse tabu de que quem faz algo sozinho é solitário. Liberte-se da necessidade de sempre estar acompanhado. Sinta-se livre para fazer, mesmo que só, aquilo que tem vontade. Se ame e ame sua companhia. Vivendo assim você aproveitará ainda mais os momentos ao lado das pessoas que ama.

 

Parece clichê, mas você atrai o que transmite

Muito ouvimos falar sobre a lei do retorno, mas será que essa força oculta realmente existe? Tenho absoluta certeza que sim. No entanto não é tão fácil perceber o seu efeito em nossas vidas. É preciso observar! Com a rotina acelerada em que vivemos acabamos por deixar nossas ações no automático. Habituamo-nos a reclamar e a esbravejar palavras ruins cada vez que algo sai do nosso controle ou não nos agrada. Não deveria ser assim, mas o ser humano tem mais facilidade em ver o lado negativo das coisas.

É preciso entender que tudo acontece por algum motivo. Estamos conectados ao universo e forças positivas e negativas atuam sobre nós o tempo todo. Algumas pessoas são mais sensíveis a isso e outras menos, mas a verdade é que todo ser humano atrai para si aquilo que tem emitido com mais freqüência. Você não precisa ser uma pessoa má para atrair coisas ruins para você. Basta que acumule pensamentos e sentimentos negativos dentro si. Pessoas assim tendem a ter mais problemas de saúde, dores tensionais, etc. Além de não conseguirem sentir alegria nos pequenos detalhes.

Quando alguém nos fere e deixamos que isso nos consuma, produzimos energias negativas a nós mesmos. E ainda liberamos isso ao universo e a quem nos fez mal de alguma maneira. É necessário realizarmos um exercício diário para mudarmos nossas atitudes frente aos acontecimentos da vida. Deixar o ego de lado demanda muito treino mental, pois temos a péssima mania de nos colocarmos em primeiro lugar. Entretanto, a empatia pelo outro faz bem a quem recebe e mais ainda a quem emite.

Você já parou para pensar que a vida desta pessoa que te fez mal pode estar pior do que a sua? Portanto, ao invés de preencher o universo dela com mais vibrações negativas, devolva energias positivas. Seja gentil! Em seu interior mentalize coisas boas a favor dela. E isso vale para todas as situações diárias que nos impulsionam a reclamar e nos consomem com energias ruins. Aprenda a enxergar o lado bom em tudo. Estava atrasado e ficou preso no trânsito? Aumente o volume do rádio e pense que talvez seja um livramento de algo pior.

E nunca se esqueça de agradecer. Seja positivo! Lute pelos seus sonhos, mas seja grato pelo que você já possui. Isso que talvez você ache pouco pode ser o desejo de outra pessoa. Acredite no poder que você tem de atrair o que quiser. Se ame e ame sua vida! Acorde feliz por ter saúde e por ter condições físicas e mentais de tornar o seu dia o melhor de todos. Preste atenção aos pequenos sinais e absorva tudo de bom que acontecer ao seu redor. Boas vibrações atraem boas notícias. Mentalize isso diariamente e observe a mudança!

Deixe fluir: sobre o poder positivo das mudanças

 

Vivemos em um mundo onde tudo acontece muito rápido. O que está em alta hoje, amanhã todo mundo já esqueceu. Os bens materiais, os momentos e os relacionamentos estão sendo substituídos em uma velocidade muito grande. No entanto, isso me faz pensar por qual motivo as pessoas têm tanto medo das mudanças, sendo que vivem em uma constante evolução? Tudo tende a caminhar para frente e a seguir a estrada do crescimento. É assim desde que éramos apenas um espermatozóide.

Entretanto, por que as mudanças assustam tanto? O mistério e a incógnita que o novo causa dentro de nós provoca insegurança e medo. A rotina e o hábito acomodam. E isso vale tanto para coisas boas como ruins. O ser humano é adaptável e se acostuma às situações. Por isso é tão difícil se deixar permitir viver um novo emprego, uma nova cidade, um novo país, um novo amor… A dúvida de como será o depois impede que muitas pessoas conheçam algo melhor.

Você já parou para pensar que essa situação que hoje você acha “boa”, talvez nem seja tão boa assim? A comodidade nos faz aceitar, muitas vezes, menos do que merecemos. Será que vale a pena viver uma vida mediana apenas por que esta está “bem assim”? É aquele velho ditado: “Melhor não mexer no que está quieto”. Será? O mundo é gigante e possui milhares de oportunidades, de pessoas, empregos e amores a serem descobertos. Basta arriscar e deixar fluir.

Tem uma prima minha que sempre me diz: “O não você já tem”. E é isso! A possibilidade de não dar certo qualquer que seja a sua escolha, você já tem. Porém, e se der certo? Já imaginou que incrível? Agora, se não for da maneira que você esperava e for necessário recomeçar ou retornar ao ponto de partida, ok também. Na vida tudo é aprendizado. E mesmo essa tentativa, talvez frustrada, irá te trazer maturidade e mais experiência para tentar de novo. E de novo. E quantas vezes forem necessárias.

Mudar, evoluir, crescer, tudo isso faz parte do ser humano. A vida não pertence ao estático, ela pertence ao que flui. Mantenha-se aventureiro, curioso e sempre disposto a aprender. A evolução pessoal deve ser gradativa e constante. Não estacione! Seja como um rio e deixe que as mudanças aconteçam naturalmente. Sem receio. Permita-se ter uma mente aberta e pronta a receber o novo. Viaje sozinho. Conheça pessoas diferentes de você. Visite lugares inusitados e com uma cultura alheia a que você está habituado.

Se surgir uma nova oportunidade em alguma situação da sua vida e você sentir aquela coceirinha para aceitar, não hesite. Arrisque! Não deixe seus sonhos guardados em uma gaveta no seu coração e na sua mente. Permita-se tentar, errar, viver e vencer! Abra-se para novas ideias, novos momentos, novos costumes. Sinta-se livre para ser o que quiser e ir para onde desejar. O medo é inimigo da evolução! Não passe a vida toda admirando quem tem coragem. Voe!